Posts arquivados em Mês: fevereiro 2019

27 fev, 2019

RESENHA: JANTAR SECRETO

Quatro garotos dividem um apartamento no Rio, cada um estuda um curso diferente. Dante é o narrador, faz administração e no período contrário trabalha em uma livraria. Leitão cursa ciência da computação e tem muitos problemas de autoestima e aceitação de como ele é. Miguel é aquele integrante do grupo que só vai descobrir no que eles estão envolvidos quando a bagunça está na metade, ele é o que faz medicina e, por fim, Hugo quer ser um chef requintado de um restaurante cinco estrelas.
Quando eu li o livro, comecei pela primeira página. Não pesquisei sinopse, resenha, não li na contra capa, não li na orelha… Nada, nada, nada. E isso me assustou muito. Se você pretende ler o livro de olhos fechados, pare por aqui. Vai ser incrível, eu te garanto. Mas se você está em dúvidas e prefere saber ao menos do que se trata, concordo e assino embaixo. Com essas informações que sabemos dos garotos e que eles dividem um apartamento, eu – sabendo da história, claro – digo a você que alguma coisa vai acontecer com o apartamento. Os quatro garotos vão quebrar e uma dívida enorme vai surgir na conta do apê.
Eles surgem com a ideia de fazer jantares em casa, estilo que acontecem na Inglaterra e Estados Unidos. Como é: você paga o convite online, um carro vem na sua casa te buscar, durante o trajeto você pode ou não saber para onde estar indo, até chegar na residência onde terá o seu jantar. Hugo pode cozinhar, Leitão pode anunciar o evento na internet, Dante pode tomar conta de toda a situação sendo o garçom e Hugo… Bem, Hugo pode ficar quietinho em um canto. Não vamos usar ele – agora.
Mas tudo começa a dar errado quando Leitão brinca no anúncio da internet e oferece *carne humana* recebendo uma enorme quantia por depósito. Uma quantia muito generosa e que poderia livrá-los de ir pra rua. Se essas pessoas pagaram tudo isso, no mínimo conhecem de carne. No mínimo, possuem dinheiro. No mínimo, eles não vão devolver o dinheiro. Eu vou deixar essa sinopse por aqui e fazer você pensar onde o Hugo entra nessa história. Agora vamos aos detalhes da narrativa.
Dante é quem narra o livro e eu te digo: é um processo de psicose desde a primeira página até a última. O personagem passa por todos os estágios de loucura, busca sensatez, fica perdido – muito perdido – e rasteja até o grand finale. De todos os personagens que poderiam narrar a história, Dante foi o que melhor fez isso. Ao mesmo tempo que ele pensava nas consequências do que estava fazendo e afundando os amigos ainda mais, ele olhava ao redor e pensava em suas famílias que precisavam do dinheiro, tinha de lidar com a pressão de consumidores externos e isso persistiu até tudo virar uma bola de neve. A narrativa é um pouco breve e dosada, tem descrições onde é necessário ter descrições e mais diálogo onde o importante é entender o jogo de palavras. O livro não coloca frase desnecessária, conversa que não tem sentido, imagens que estão lá só para preencher, não. Tudo que o autor coloca é com um propósito e isso é muito claro.
Pra terminar essa resenha, eu solto uma bomba. No final de 2018, foi divulgado que o filme teria uma adaptação cinematográfica – não consigo tirar da mente que será um Kubrick da vida – pelo diretor Felipe Barbosa, conhecido por “Casa Grande”.

25 fev, 2019

CRÔNICA: NADA MAIS AQUI É SEU

Um dia euacordei e decidi que as coisas que eram nossas não eram mais nossas. Aliás, nãoeram mais suas. Porque eu iria tomar de você. É, eu iria parar de não usar certaspalavras porque elas nos pertenciam. Iria parar de evitar a estação x do metrôporque ela era sua. Iria tirar de você os direitos autorais da mordida nabochecha e a patente sobre o brigadeiro de paçoca. A verdade é que eu queriatirar ‘aquilo que tinha de mais naquelas coisas’. Queria apagar sua assinaturados lugares, ver seu cheiro sumir dos cômodos, parar de identificar as coisascomo suas, nossas, daquele tempo. Saudosista feito uma velha, ai meu Deus.Aonde é que eu vou parar?

Resolvi passear no seu bairro, melhor ainda, na sua rua. De sua não teria mais nada. A rua era apenas a rua com a minha loja de bolos favorita. Levei outra companhia. Marcar aquele lugar com outra presença. De outro, você deve estar pensando. Não, de mim. Ouvir suas músicas em outros quartos, não eram mais suas. Usar nossos códigos com outras pessoas, tomá-los do velho nós, patenteá-los pra mim, compartilhar com as amigas. Dessantificar o que era a gente. Profanar tudo que um dia também foi seu. Virar coisa besta corriqueira que passa despercebida no dia a dia. Quem sabe você não estar aqui passa despercebido também.

22 fev, 2019

LOOK MONOCROMÁTICO: VOCÊ JÁ #CAIUNATINTA?

Looks all White e all black são bem recorrentes no guarda-roupa feminina, mas pra sair do lugar comum nas composições monocromáticas, o ideal é usar cores vibrantes. Em tons semelhantes, da cabeça aos pés, a tendência do #caínatinta (alô, Ma Tranchesi!) traz muita informação de moda e tem um impacto visual grande.

Pra ficar harmônico, o segredo é escolher cores que combinemcom seu tom de pele e te deixem confortável, assim as variações de tom não teapagam. Não é necessário usar a mesma cor dos pés à cabeça, já que asadjacentes também são bem-vindas, mas apostar em acessórios + roupamonocromática dá uma atualizada no look.

Queremos saber se você vai adotar essa trend!

20 fev, 2019

POR QUE VELVET BUZZSAW É RUIM

Eu não gostei muito do filme, mas pode ser que goste. Pesquisando, descobri que Velvet é mais dividido do que a trama de Capitu e Bentinho. Embaixo eu te falo os motivos de não ter gostado tanto assim.

Eu vi o filme por causa do Jake Gyllenhaal e acredito que metade da audiência de Velvet fez o mesmo. No começo, tudo é lindo e maravilhoso, eu fico animada com a história e tudo mais, mas não demora muito para as coisas desandarem. A premissa é muito boa, muito mesmo. Um artista desconhecido que morre e deixa para trás inúmeras pinturas que são cotadas nos milhões e que carregam uma maldição para quem vende. Já a trama, o que engloba toda essa ideia, é muito vaga e pouquíssimo trabalhada. Metade da história dos personagens é sobre traição, começa com um e termina quatro casais depois, o que não enriquece nem um pouco na história porque é puramente isso – meio que irrelevante. Também não faz criar vínculo com os personagens, muita perda de tempo. A outra metade do filme é sobre quem vai representar qual artista. Tudo bem que pode ter sido um retrato extremamente fiel de exposições em galerias, artistas buscando patrocínio e nome, mas a real é que eu não sei nada disso. E nem o público-alvo do filme, a discussão sobre esse tema rodou, rodou, rodou e só teve o intuito de fazer as pessoas morrerem.
E tem os personagens. Eu não sei se é culpa da atriz da Josephine ou culpa de quem escreveu o papel dela, porque não teve condições. A garota é superficial, vaga e só consegue ter duas expressões no filme inteiro: confusa e irritada franzindo a testa e de boca aberta ou chorando. Mas quem escreveu o roteiro também foi muito culpado. As vezes eu escuta umas frases soltas que não se encaixam no enredo, uns diálogos que não vão colaborar nada para a história, falas extremamente bregas e clichês e por aí vai.
A história em si também deixou a desejar. É bem vago o que o filme conta sobre o artista, ou sobre o porquê das obras serem amaldiçoadas ou o que, de fato, aconteceu com ele.
Jake Gyllenhaal deu seu máximo no filme, isso é muito claro. Apesar de ser um personagem polêmico e com uma personalidade muito mirreca, ele conseguiu carregar o filme até o final – quando realmente a bomba explodiu. É legal ver cenas de mortes em filmes de suspense, sim, é criativo e interessante, mas não em Velvet quando os personagens morrem de maneiras absurdas e sem lógica e que, algumas vezes, poderiam muito bem ter sido evitadas. Também achei difícil comprar tudo isso e quando finalmente terminou eu não soube responder algum motivo bom para assistir além de “Jake Gyllenhaal”. Eu dou duas estrelinhas de cinco com muita generosidade. Vi muitas pessoas elogiando o filme, só que não deu para mim. Esse filme entra pra categoria geral de filmes cults que eu assisti e não gostei.

18 fev, 2019

CRÔNICA: PLANETÁRIO

Estamos nos alinhando. Como dois planetas à beira da colisão. Devagarinho, como o céu estrelado que se mexe com movimentos invisíveis, diariamente eu me vejo mais perto de você. Dois mundos inteiros prestes a se misturar. E um dia o que brilha em mim será estrela em você. E o que ilumina em você será estrela em mim. É mesmo uma intimidade graciosa oferecer o que existe de melhor em mim a você e receber o mais precioso de você. Você mesmo.

Como uma galáxia iluminada, eu sinto explosões solares todas as vezes que sua mão toca meu rosto enquanto meu coração atinge um milhão de graus quando uma mecha teimosa de cabelo vai para trás da orelha. Somos essa nebulosa colorida, roxa, azulada, rosa e âmbar. E só estamos lá, nos sendo. Já parou para pensar que calmaria é o céu? Não existe barulho, senão cometas zunindo e meteoros passeando pelo mar de escuridão. Tudo reluz enquanto buracos negros silenciosos engolem universos inteiros para Deus sabe lá onde.

Assim, é aqui: paz. Somos nós. Na cadência das nossas estrelas, rumo ao futuro, que como o avesso dos buracos negros: desconhecemos. Mesmo assim, mergulhamos nele como os sistemas solares atravessam o vazio, no caminho à maior descoberta de cada uma de nossas vidas: o amanhã. O amanhã é uma expectativa feita de pó de sonho. Desconhecida. Não está do outro lado do telescópio, o amanhã… O amanhã não é pra saber. Por isso, na nossa própria via Láctea, o tempo passa tão rápido que a única pressa é o dia seguinte, o encontro seguinte.

Aqui, o amanhã é pressa de companhia também. É rasgar o céu pra entrar no seu mundo, pra ser o seu mundo. Um segredo? Astronave nenhuma saberia estudar a constelação que rebrilha nos seus olhos e espelha nos meus. Mistério daqueles dos lugares que o Hubble ainda não descobriu. Eu tenho certeza que seus olhos são de lá. Desse lugar desconhecido, distante e inalcançável. Dia após dia, estamos nos alinhando. Dia após dia, tudo faz sentido, teu encaixe comigo é quase matemático. É como se, como resto do cosmo, você tivesse sido calculado sob medida para me saber. Para me desbravar, de corpo livre no infinito. É como se feito o firmamento pra Terra, você já estivesse aqui pra mim há tanto tempo.

15 fev, 2019

SCRUNCHIES EVERYWHERE!

Os anos 90 já foram revisitados um milhão de vezes de 2018para cá, com as tendências de mom jeans e gargantilhas, por exemplo. Agora é avez das scrunchies, aquelas xuxinhas volumosas da mesma década. Confesso quefiquei bem receosa a princípio, mas agora já tô convencida de que é um must.

Isso porque minhas habilidades com o cabelo não vão muitolonge, então o legal desse acessório é que, por chamar mais atenção, ele acabaagregando mais informação à maneira como você está vestida de um jeito fácil. Aminha preferida é a que tem duas pontas de lenço, porque assim parece que vocêrealmente amarrou o lenço no cabelo, com aquele toque romântico e superalinhado que eu, particularmente, acho meio complexo de alcançar.

No mais, as scrunchies se tornaram acessórios super atuaisque podem ser confeccionadas em inúmeros tecidos – veludo, cetim e até paetê – eainda têm a vantagem de não quebrar o cabelo. Afinal, é para isso que a camadade tecido serve. Mas, não é só na roupagem arrumada que a scrunchie aparece. Aocontrário, o elástico também pode ter uma pegada mais casual e descolada, que ébem a cara da versão tradicional do acessório.

13 fev, 2019

RESENHA: AS MIL PARTES DO MEU CORAÇÃO

Esse foi o primeiro livro da CoHo que eu li e eu nunca tinha lido nada igual. Collen Hoover é uma autora sensacional e eu descobri isso enquanto me surpreendia com a riqueza de detalhes que ela inseriu na história e com o rumo que o livro que tomava – um que jamais tinha passado pela minha cabeça.
Merit é a nossa protagonista e ela tem uma irmã gêmea, Honor. As duas são exatamente iguais no cabelo, comprimento e cor; voz e o jeito de andar; corpo… Tão perfeito entre as duas que o namorado de Honor a confundiu com a irmã e a beijou. É assim que nossa história começa e, acredite em mim, você nem faz ideia do que está por vir. A cada capítulo é uma nova bomba, um novo desafio para a família Voss que apenas acab
a quando Merit não conseguir mais lidar e tudo explodir na frente dela.
O livro é uma ficção doméstica, provavelmente o primeiro do gênero que li. Significa que o nosso enredo gira em torno dos moradores da Dolar Voss – nome da casa que abriga a família Voss que antes era uma igreja mas que foi comprada por causa de um cachorro que só latia. Deu pra entender?
A mãe de Merit teve câncer, o pai de Merit teve um caso com a enfermeira de Oncologia. Eles tiveram Moby, o irmão mais novo. Contando com Merit, Honor e Utah – irmão mais velho das gêmeas -, a casa abriga sete pessoas. Sim, a ex-mulher e atual moram juntas. Sim, a situação só piora a partir daí. Como se não bastasse, Sagan, namorado de Honor passa a viver constantemente na casa e não demora muito para outro convidado chegar, Luck, irmão de Victoria (não a mãe de Merit, a madrasta de Merit apesar do mesmo nome) que tem a finalidade de levar a família a mais loucura ainda.
Eu me apaixonei loucamente por esse livro pela realidade em que fui inserida. É muito vívido os conflitos internos de Merit como uma adolescente entregue de bandeja a uma família problemática e a cada vez que lia mais sobre ela, entendia mais e queria mais o bem dela. Fiquei tão íntima com a personagem que certas vezes fiquei com vergonha alheia por ela – coisa que nunca tinha acontecido comigo antes.O fato é que esse é um livro extraordinário de uma autora extraordinária que me fez pensar coisas extraordinárias. E essa leitura deveria ser obrigatória para todos os jovens entre 15 e 19 anos.
Hilário, dramático e crucial com certeza é uma das melhores leituras que já li. O recente de agosto do ano passado está disponível em todas as livrarias e também na internet. Vai querer o manual do adolescente com problemas familiares?
Meu 5 de 5 estrelinhas com gosto.

Sinopse:

Autora best-seller do New York Times aborda relacionamentos e transtornos mentais em uma narrativa que discute os limites do que é normal. Para Merit Voss, a cerca branca ao redor da sua casa é a única coisa normal quando o assunto é sua família, peculiar e cheia de segredos. Eles moram em uma antiga igreja, batizada de Dólar Voss. A mãe, curada de um câncer, mora no porão, e o pai e o restante da família, no andar de cima. Isso inclui sua nova esposa, a ex-enfermeira da ex-mulher, o pequeno Moby, fruto desse relacionamento, o irmão mais velho, Utah, e a gêmea idêntica de Merit, Honor. E, como se a casa não tivesse cheia o bastante, ainda chegam o excêntrico Luck e o misterioso Sagan. Mas Merit sente que é o oposto de todos ali. Além de colecionar troféus que não ganhou, Merit também coleciona segredos que sua família insiste em manter. E começa a acreditar que não seria uma grande perda se um dia ela desaparecesse. Mas, antes disso, a garota decide que é hora de revelar todas as verdades e obrigá-los a enfim encarar o que aconteceu. Mas seu plano não sai como o esperado e ela deve decidir se pode dar uma segunda chance não apenas à sua família, mas também a si mesma. As mil partes do meu coração mostra que nunca é tarde para perdoar e que não existe família perfeita, por mais branca que seja a cerca.

11 fev, 2019

CRÔNICA: EU ESQUECI

Eu esqueci de mim. Não sei como. Nem teve porque. Não foi algo. Não foi alguém. Não foi um lugar. Sem dolo, sem culpa. Esqueci. Esqueci que queria as coisas que queria. Esqueci que gosto de noites tranquilas com comida e violão. Esqueci que gosto de ouvir as risadas dos amigos em dia de filme. Esqueci que gosto de rodar o shopping ainda vazio de braços dados com minha. Esqueci que eu queria morar um tempo fora, mas que nunca mudaria pra sempre da capital porque isso aqui é casa. Eu gosto do cheiro de casa. Outra coisa que eu também já tinha esquecido. Esqueci que gosto de ler na janela. Que não gosto de pegar metrô à noite nem de brigar com as pessoas. Esqueci como é não estar cansada. Esqueci como é suspirar em paz no fim de um dia em que eu trabalhei trabalhei trabalhei: fiz tudo que quis.

Fui eu. Esqueci de caminhar comigo, esqueci do raio da fidelidade à mim. Abri mão, abri as mãos, abri as portas. Saí. Fui ver o mundo. Mundo grande. Perna pequena. Andar sempre sempre e sempre, olhando os cantos, as cores e as expressões. Esqueci que eu não curto bar alternas, que eu não curto o alternas e que eu queria mesmo era o melhor do melhor, como eu sempre quis antes.

Esqueci de não precisar tentar, esqueci de deitar no chão frio com as pernas na parede. Esqueci de amar as manhãs frias, esqueci as memórias da menina que eu era antes do tempo virar. Esqueci de balançar na rede, testar maquiagem e dar errado. Esqueci das minhas exigências, das minhas querências, do meu jeito de querer tudo sempre a meu modo, mas ceder vez em quando com charme que é pra dar gosto. Esqueci de querer, de decidir, de lembrar que eu sempre posso escolher. O tempo virou. A vida virou. O mundo ficou. Eu fiquei também.

Uma memória. Eu. Me lembrei de mim. Lembrei das querências, das exigências, voltei pior. Querendo mais, exigindo mais. De mim. Dos outros. Do mundo. O melhor, o melhor e o melhor. Lembrei de amar ler na janela, lembrei de amar shopping vazio em plena manhã de sexta-feira, lembrei de ouvir as músicas que só eu gosto. Pego metrô a hora que eu quiser, trabalhar e trabalhar até que eu seja o que eu sempre quis de tudo: O melhor. Liguei pros amigos, lembrei das risadas, dos abraços, das noites de violão e o calor do fogão. Comunhão. Lembrei de criar o mundo que eu gosto, me cercar do que parece comigo e a explorar aquilo que desconheço. Lembrei de mim. Lembrei da paz da casa cheia, do som do piano e da luz na varanda. Fidelidade de mim. Memória. Mulher. A vida virou. Eu virei eu outra vez. Mais eu mesma do que nunca.

08 fev, 2019

TOP 5 BEAUTY EXPERTS FAVORITAS

Hoje vamos falar de cinco profissionais da beleza que conquistaram nosso coração nesse mundo internético, com tutoriais, dicas e segredinhos que fazem toda a diferença na beauté. Ah, e vamos mostrar o feed delas também, que é pra você já se inspirar 🙂

Pra começar, Julia Petit, que é destaque na categoria há muitos anos. A publicitária-designer de joias-blogger-youtuber faz tutoriais de maquiagem incríveis e manda muito bem nos cabelos, desde os mais longos até um curtinho, já que a musa já passou por todas essas fases. Acompanho a Julia desde quando os vídeos eram na quarta-feira, começavam com “pois muito bem” e desde que em semana de moda tinha maquiagem + cabelo + look todo dia. Ela estava num ano sabático, mas volta agora em 2019 e já estamos nos aguardos pra mais dicas, a começar por onde conseguir um tanque de formol para dormir, porque sinceramente, 46 anos e com esse rostinho não é para todas.

Nathalie Billio é colunista debeleza no Garotas Estúpidas e a maquiadora mais cool que esse Brasil tem.Adepta de uma pele levinha, muito glitter, brilho e glow de passarela, otrabalho dela tem esse tom moderno que é a cara de 2019.

Jana Rosa é fashionista, já foiapresentadora da MTV e já trabalhou até em feira de carros. Ela é muitodivertida, direta e também é escritora! Tem um tempinho que a musa criou ocanal Bonita de Pele, no qual convida outras beauty experts para dar dicas decomo ter uma pele de porcelana. Afinal, 2019 é o ano do skin care

Vic Ceridono é editora de belezada Glamour e jornalista de moda. Começou trabalhando com alguns freelas no SPFWe com um estágio no Chic, da Glória Kalil. Acompanho o trabalho dela faz umtempão e gosto muito do estilo dela, que é composto por maquiagens maisneutras, mas sempre com algum brilho, truque ou cor, que já levanta o look.Além disso, a maior parte é bem fácil de reproduzir e são sempre ótimosprodutos.

Ma Tranchesi é uma youtuber de beleza e culinária – uma das minhas favoritas, senão a preferida mesmo! Ela é filha da Eliana Tranchesi, dona da Daslu. Os tutoriais são sempre muito bem feitos e as dicas, muito bem pontuadas. O estilo dela é um assunto à parte: moderno e alinhado, sempre com um toque sofisticado, mas fun. Amamos o #caiunatinta!

Queremos saber quais são as suas favoritas, nos conte nos comentários! Beijos, Pri

08 fev, 2019

MEU CANAL TÁ NO AR!

Demorou, mas saiu! Meu canal do YouTube tá no ar, com um vídeo que conta sobre como eu comecei a escrever. Este ano, vamos ampliar as plataformas, migrando pro YouTube também. Vamos falar sobre moda, criatividade e lifestyle, que já são temas recorrentes aqui no blog. E aliás, vou fazer um post novinho sobre o livro, já que o original se perdeu. Enfim, logo, logo estaremos recheados de conteúdo por aqui. Por isso, espero que você acompanhe tudinho comigo e se gostar desse vídeo, curta e compartilhe com seus amigos. E, ah, conta pra mim o que mais você quer ver por lá. Beijos, Pri

https://www.youtube.com/watch?v=w7vVI4Q4U1I